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Civilização ocidental: como a discussão sobre nossas bases fundadoras podem elucidar as crises financeiras, políticas, morais e sociais
Este artigo apresenta argumentos e pontos de vista que defendem a abordagem de um conteúdo mais profundo, exploratório e investigador dos meandros que tornaram a Civilização Ocidental um dos maiores fenômenos observados nos últimos dois milênios. A ascensão e queda de Impérios ao redor do mundo é tema tratado em sala de aula corriqueiramente, seja o Romano, o Chinês, o Asteca, e suas dignas conquistas fecham o ciclo de sucesso. Ao Império Ocidental, ou, de maneira simples, a Civilização Ocidental, é dado pouca atenção. São deixadas de lado questões como: Quais são nossas bases fundadoras? Por que povos empreenderam uma viagem exploratória incerta para um lugar desconhecido? Somente para transportar madeira e minerais? Como chegamos ao ponto de compreender a respeitar as diferenças entre negros, mulheres e estrangeiros? A metodologia usada será a Praxeologia, a ação humana como fator preponderante para a superação de um estado de desconforto para um mais saudável. Aos alunos são negadas, muitas vezes, esse tipo de reflexão. A abordagem desse tema objetiva enriquecer a experiência educacional, especificamente em História, podendo também ser tratado, cada matéria a seu prisma, fortalecendo nossas origens. O recorte temporal se dá da História Antiga à História Contemporânea. Por fim último, esse artigo se presta a auxiliar na aplicação de projeto a médio-longo prazo em escolas públicas ou privadas, para turmas a partir do 6º ano até a 3ª série do ensino médio, com um enfoque crítico e profundo da realidade em que vivemos.
PALAVRAS-CHAVE: Civilização Ocidental; Reflexão; Ocidente; História Contemporânea
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