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A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO DIANTE DA FINITUDE: OS CUIDADOS
PALIATIVOS NA INFÂNCIA
A presente pesquisa traz como temática a complexidade do papel do psicólogo
diante da terminalidade da vida na infância, através do embasamento em
referências bibliográficas diversas, numa perspectiva metodológica exploratóriodescritiva. Partindo-se da premissa de que o indivíduo não está preparado para
perdas, lidar com a situação limite da vida requer alguns cuidados e elaboração
dos sentimentos. Com isso, foi abordado o papel do psicólogo e a sua atuação
diante destes processos. As fases que serão vivenciadas pela família do
paciente terminal, incluindo os cuidados paliativos pediátricos, que, de alguma
forma, proporcionam a “boa morte” e aliviam o sofrimento diante do fim, nesta
fase de começos - a infância - foram discutidas. O intuito é o de fazer o indivíduo
passar por esta condição, em qualquer que seja a sua posição, sendo ele o
paciente envolvido ou a sua rede de apoio, compreendendo que na vida as
perdas serão necessárias e a vida é finita. A tarefa do psicólogo é a de acolher e
humanizar, através da escuta e a fala que conduz os envolvidos a uma nova
perspectiva, ou melhor, uma nova visão sobre aceitação do luto vivenciado.
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