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A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NO SISTEMA PRISIONAL: FUNÇÕES,
LIMITAÇÕES E POSSIBILIDADES NA ATUALIDADE
O sistema prisional sofreu grandes alterações desde o seu surgimento, partindo de quando seu
objetivo era apenas a demonstração de poder através de punições físicas dos que iam contra as
leis estabelecidas na época. A partir da evolução social, o sistema prisional passou a ser um
local de privação de liberdade e supostamente voltado para a reinserção social, de forma que
os mesmos voltem à sociedade de maneira funcional e evitando o nível de reincidência.
Porém, com o passar do tempo, observa-se o incontrolável crescimento da população prisional
e as condições físicas e mentais que isso gera para os reclusos. Diante desse exacerbado
crescimento, é notório que o número de profissionais na área de psicologia não tem sido
suficiente para o preenchimento das necessidades do sistema prisional. Com isso, a ação dos
psicólogos nas prisões tem sido limitada a atender a demanda burocrática, sendo baseada em
laudos, exames criminológicos, liberação de privilégios, comissões técnicas de classificação,
dificultando uma ação voltada para a reinserção, ações essas que poderiam acrescentar
consideravelmente na vida dos reclusos, tanto no encarceramento, quanto nos momentos em
liberdade. Para um melhor desenvolvimento dessa pesquisa, utilizamos de fontes
bibliográficas como livros, artigos e alguns outros materiais que enriquecessem de forma
funcional o nosso projeto.
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