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A ESPIRITUALIDADE COMO SUPORTE PSÍQUICO NO LUTO FAMILIAR
Partindo-se da premissa de que o indivíduo não está preparado para perdas, lidar
com a situação limite da vida requer alguns cuidados e elaboração dos sentimentos.
Com isso, abordou-se neste trabalho o papel do psicólogo e a sua atuação diante
destes processos. As fases que serão vivenciadas pela família do paciente terminal,
incluindo os cuidados paliativos, que de alguma forma proporciona a “boa morte”,
onde a questão da espiritualidade possui destaque. O intuito é o de fazer o indivíduo
passar por esta condição, em qualquer que seja a sua posição, sendo ele o paciente
envolvido ou a sua rede de apoio (a família, principalmente), compreendendo que na
vida as perdas serão necessárias e a vida é finita. A tarefa do psicólogo é a de
acolher e humanizar, através da escuta e da fala, que conduz os envolvidos a uma
nova perspectiva, ou melhor, uma nova visão sobre a aceitação do luto vivenciado.
Este trabalho foi realizado através de revisões bibliográficas em artigos e livros,
numa metodologia exploratório-descritiva.
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