top of page
Bottom

FÍSICA | CLIQUE AQUI |
A PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA: UM DESAFIO PARA O ENFERMEIRO
INTENSIVISTA
A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou Unidade de Cuidados
Intensivos (UCI) ou ainda Centro de Terapia Intensiva (CTI) é uma estrutura
hospitalar onde oferece um suporte continuado de alta complexidade para pacientes
graves, instáveis e/ou agudamente doentes que dependem de uma assistência
avançada, pois possui um sistema de monitoração contínuo e com o tratamento
intensivo, tendo esses a possibilidade de recuperação. O paciente que se encontra
numa UTI requer cuidados específicos, pois pode ter ocorrido o comprometimento
de um ou mais sistema fisiológico, acarretando a perda de sua auto-regulação,
sendo assim há a necessidade de sua assistência ser contínua, pois se encontra
numa área crítica destinada à internação. O enfermeiro que atua no âmbito da alta
complexidade tem a função de executar atendimento rápido com conhecimento e
segurança, a fim de socorrer a vítima em qualquer situação de risco de vida, aliando
fundamentação teórica a habilidade, a iniciativa e a estabilidade emocional. O
presente estudo tem como objeto de estudo a atuação do enfermeiro intensivista na
parada cardiorrespiratória e como objetivo descrever a conduta do enfermeiro na
unidade de terapia intensiva frente à parada cardiorrespiratória. Objetivo: Descrever
a conduta do enfermeiro na unidade de terapia intensiva frente à parada
cardiorrespiratória. Método: Trata-se de uma revisão integrativa atendendo as seis
etapas exigidas. Resultados: Observou-se que no ano de 2017 houve o maior
índice de publicações de estudos com o tema proposto, em relação aos autores
temos o estado de São Paulo com o maior índice de autores, sendo o método da
pesquisa quantitativa a mais utilizada pelos autores. Conclusão: Torna-se primordial
a realização de treinamentos e capacitações atuais dos enfermeiros para um
atendimento preciso à parada cardiorrespiratória, com procedimentos preconizados
pelas diretrizes atuais de ressuscitação cardiopulmonar, bem como a seqüência
ideal de atendimento, pois a RCP adequada é um fator determinante nos índices de
sobrevivência dos episódios de PCR.
Top
bottom of page
