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EDE UNICSUL |
ATENÇÃO FARMACÊUTICA NA SÍFILIS CONGÊNITA
A sífilis é uma doença, que mesmo ao passar dos anos ainda, é um problema de
saúde pública. A sífilis materna não tratada pode determinar o aborto espontâneo,
parto prematuro, baixo peso ao nascer, óbito fetal, óbito neonatal, lesões e
complicações da sífilis congênita. O trabalho tem objetivo de analisar a epidemiologia,
identificar os casos, fatores de risco, agravamento e as sequelas para isso foi
realizado o levantamento de dados bibliográficos em artigos científicos publicados nas
bases de dados, Lilacs, Scielo, Google Acadêmico. Utilizando-se para buscar os
seguintes descritores: “Sífilis Congênita”, “Diagnóstico da sífilis congênita”, “Fatores
de risco para o recém nato na sífilis”,” Tratamento e controle da sífilis congênita”. O
Ministério da Saúde recomenda que o teste de sífilis seja oferecido a todas gestantes
no início da gestação, visando o controle e eliminação da doença. No entanto a sífilis
permanece como agravo comum na gestação, apesar de testes diagnósticos baratos
e acurados estarem disponíveis no mercado e da estável sensibilidade do Treponema
Pallidum à penicilina.
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