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ATENÇÃO FARMACÊUTICA AO IDOSO NO USO DE MEDICAMENTOS
CONTROLADOS E RISCOS DE POLIMEDICAÇÃO
Com o envelhecimento, são notáveis as alterações fisiológicas no idoso.
Isso porque esse nessa etapa da vida. Objetivo: O objetivo do estudo foi reunir
informações sobre a atenção farmacêutica ao idoso no uso de medicamentos
controlados, vislumbrando-se a reflexão sobre a importância da farmacoterapia ser
um instrumento de uso com consciência. Materiais e Métodos:Foi realizada
pesquisa retrospectiva de revisão bibliográfica do período de 2000 a 2016,
caracterizada pela identificação, localização e compilação dos dados escritos em
livros especializados e publicações de artigos científicos de órgãos oficiais.
Resultados e Discussão: Foram selecionados e analisados 16 artigos de acordo
com os critérios de inclusão, os quais pode-se detectar que a primeira proposta de
consenso a Atenção Farmacêutica, só aconteceu em 2002. O risco de RAM
aumenta de três a quatro vezes em pacientes submetidos a polifarmácia, podendo
ocasionar eventos adversos, uma vez que o uso simultâneo de seis medicamentos
ou mais pode elevar o risco de IM graves em até 100 %. Conclusão: A polifarmácia
surge como um indicador de risco, colaborando para o aumento das iatrogenias
decorrentes de RAMs e IMs.Com o envelhecimento populacional em curso e a
política exitosa de acesso a medicamentos via SUS, a tendência é aumentar a
automedicação pelos idosos, aumentando custos do SUS, sendo necessária a
promoção da saúde a fim de reduzir as consequências iatrogênicas em decorrência
da falta de conhecimento por parte dos idosos e despreparo dos profissionais de
saúde em alertar sobre os riscos da polifarmácia.
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