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ATUAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM PACIENTES COM ENCEFALOPATIA
CRÔNICA NA INFÂNCIA: ESTUDO DE CASO
A paralisia cerebral (PC), também conhecida como Encefalopatia Crônica da
Infância (ECI), é caracterizada por uma alteração dos movimentos controlados ou
posturais dos paciente. A PC pode interferir de forma importante na interação da
criança em relação a movimentos básicos (rolar, sentar, engatinhar, andar). Os
objetivos pretendidos com este estudo basearam-se em: trocar de decúbito, alcance
e preensão de objetos, realizar extensão de cabeça quando estiver em decúbito
ventral, adquirir controle da cabeça quando sentada, adquirir reflexo tônico da
esquerda para direita, sentar sem apoio, diminuir hipertonia de MMII, engatinhar,
simular a marcha quando colocada de pé, melhorar hipotonia extensora do tronco,
adquirir controle de tronco, melhorar coordenação dos MMSS, diminuir hipertonia de
MMSS, deambular. Os resultados deste estudo relata uma melhora de controle de
tronco e cervical, e acompanhamento de objetos. Segundo Bobath, o objetivo da
gestão é ajudar a criança a mudar suas posturas e movimentos anormais. Os
alongamentos musculares por sua vez são de extrema importância para evitar
instalação de contraturas e deformidades. O protocolo de tratamento utilizado
mostrou-se eficaz mesmo com grande número de faltas da paciente.
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