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EDE UNICSUL |
DESCARTE INCONSCIENTE. PREJUÍZOS À SAÚDE E A NATUREZA
A Administração de insumos farmacêuticos é necessária para saúde, e hoje existe
uma facilidade de compra e propagandas incentivando a auto administração e com isso
as sobras de medicamentos por mau uso ou por ficarem fora do prazo. Para um
medicamento ter um destino final correto, é preciso uma Gestão de Resíduos Sólidos,
que deveriam ser oferecidos por indústrias, farmácias e vigilância Sanitária locais, na
intenção de impedir uma contaminação tanto das pessoas como do meio ambiente,
preservando assim a saúde. Surge a partir deste estudo a necessidade de instruir e
sugerir o controle do descarte de medicamentos com o controle e coleta de resíduos.
Houve um questionário numa Farmácia de Manipulação para identificar quais pessoas e
que tipos de medicamentos são descartados e se as pessoas tem um nível de
consciência do que estão fazendo e constatou se que 76% não temos consciência do
mal que estão fazendo descartando seus medicamentos nos esgotos, 32% já são
pessoas adultas na faixa de 51 a 60 anos e os medicamentos mais descartados são os
anti-hipertensivos. E todos informam que não tiveram nenhuma informação do mal que
fazem a vida. Seria primordial a implantação de projetos municipais que orientassem a
população quanto ao uso e ao descarte correto dos medicamentos. Devemos
considerar também um posto para coleta o que levariam as pessoas para um descarte
racional.
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