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EDUCAÇÃO ESPECIAL | CLIQUE AQUI |
DIAGNÓSTICO SITUACIONAL DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E
COMPLEMENTARES NO SUS NOS MUNICÍPIOS DA BAIXADA FLUMINENSE,
RIO DE JANEIRO, BRASIL
O termo Fitoterapia deriva do grego phyton que significa “vegetal” e
de therapeia, "tratamento", e consiste no uso interno ou externo de vegetais
para o tratamento de doenças, sejam eles “in natura” ou sob a forma
medicamentos.Objetivos:avaliar o conhecimento e percepção dos usuários de
plantas medicinais e fitoterapia em três municípios da Baixada Fluminense,
estado do Rio de Janeiro, a fim de determinar o grau de conhecimento de parte
da população. Material e Métodos: Foram realizadas entrevistas no período
de julho a novembro de 2019 em 40 usuários da Baixada Fluminense, por
amostra de conveniência. Resultados e Discussão: Das 15 espécies de
fitoterápicos estudados, as mais conhecidas pelos usuários foramAlliumsativum
e Melissa officinalis (42; 84,0 %) seguido e Chamomillarecutita (40; 80,6 %
cada); Arnica montana L (36; 72,0 %) e Aesculushippocastanum (33; 66,0
%).Quanto à forma de utilização, as plantas medicinais / fitoterápicos menos
conhecidas foram: Aesculushippocastanum; Cinnamomumverum; Punica
granatum e Zingiberofficinalis (100,0% cada). E aos que responderam, apenas
conheciam a infusãocomo única forma de utilização das plantas medicinais /
fitoterápicos.Conclusão:Foi observado que o uso de plantas medicinais e
fitoterápicos é uma prática terapêutica bastante utilizada pelas comunidades
assistidas da Baixada Fluminense, cuja usoera feito de forma incorreta e sem a
observação de cuidados necessários à garantia da eficácia. Nota-se também a
necessidade da implantação de políticas de fitofarmacovigilância eficientes, a
fim de tornar seu consumo mais racional e, deste modo, minimizar os riscos à
população usuária
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