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EDE UNICSUL |
FEBRE AMARELA: MUTAÇÃO GÊNICA E SUAS CONSEQUÊNCIAS
A febre amarela é uma doença infecciosa de curta duração, podendo ser fulminante. O
vírus da febre amarela possui dois ciclos, o urbano e o silvestre, sendo transmitida por
mosquitos Haemagogus, Aedes aegypti e Sabethes. A prevenção da febre amarela é feita por
meio de vacinação com a vacina 17D do vírus amarílico. A vacina contra este tipo de doença
é usada tanto para proteger residentes e quanto viajantes das áreas endêmicas ou epidêmicas.
Apesar das medidas preventivas, ainda assim observamos surtos de febre amarela no país.
Diante deste contexto, este estudo tem como base a revisão de literatura, no qual visa abordar
a mutação gênica do vírus da febre amarela e comparar com a sua capacidade de virulência.
Para tanto, utilizamos a comparação entre sequências da proteína E do envelope viral, com a
sequência da proteína E do vírus isolado no Sudão em 1940. Avaliamos a similaridade com a
mesma proteína de cepas circulantes em outros países com o passar do tempo. E observamos
que com o decorrer dos anos houve um aumento das mutações pontuais, principalmente entre
as bases nitrogenadas timina e citosina e adenina e guanina, onde fomos capazes de
correlacionar com o aumento do número de casos. Sugerindo uma alteração significativa da
capacidade de infecção viral, e ressaltando a importância da vacinação como ferramenta
preventiva.
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