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HIALURONIDASE: QUANDO USAR E POR QUE USAR?
O envelhecimento cutâneo é um processo fisiológico natural do organismo, o qual
envolve fatores bioquímicos e metabólicos, que se inicia desde o nascimento do indivíduo
e mostra-se mais acentuado conforme o avançar da idade. O envelhecimento traz consigo
a reabsorção de gordura, ossos e redução do ácido hialurônico (AH), resultando na perda
de volume facial e sequenciando as rugas e marcas de expressão. Essas marcas têm sido
revertidas com o auxílio da estética, que, atualmente tem ganhado grande notoriedade
através do uso dos preenchedores, que podem ser temporários, semipermanentes e
permanentes. Para finalidades estéticas, a intradermoterapia pode ser utilizada para
promover a reidratação da pele, devolvendo elasticidade ao tecido cutâneo, por meio da
utilização dos preenchedores a base de substâncias como o ácido hialurônico, toxina
botulínica, salicilato de silanol (silício orgânico) e dimetilaminoetanol (DEMAE), os
quais possuem estas propriedades. Embora sua ação na degradação do AH seja pouco
discutida, apesar de crescente, na dermatologia a hialuronidase tem uma característica
off-label. Essa enzima pode ser utiliza para a correção dos erros de aplicação e efeitos
adversos causados pelo AH, que podem ser de caráter precoce e tardio. Portanto, o
presente trabalho possui o objetivo de demonstrar a eficácia da hialuronidase na reversão
dos danos causados pela aplicação incorreta ou exagerada do ácido hialurônico injetável,
bem como as possíveis reações adversas dessa enzima.
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