top of page
Bottom

SAÚDE | CLIQUE AQUI |
INTERSECCIONALIDADE: A CONSUBISTANCIALIDADE NAS
FORMAS DE SUBORDINAÇÃO NO BRASIL MODERNO
A violência e a discriminação contra minorias políticas acontece desde os tempos de
colonização. Interseccionalidade é um termo cunhado pela estadunidense Kimberlé
W. Crenshaw em 2002. Trata-se de uma ferramenta prática e teórica que exige
sensibilidade analítica que compreende a indissociabilidade nas pautas que
abrangem racismo, sexismo, desigualdade de classes e outras formas de
subordinação. Contudo, apresentaremos o conceito de interseccionalidade e
decolonialidade na perspectiva de algumas autoras e autores da
contemporâneidade. Compreenderemos a natureza inseparável no que se refere às
diversas formas de subordinação através de análises feitas por intelectuais
brasileiras e estadunidenses traçando um panorama histórico pelo viés de genero,
raça e classe, bem como a importância do movimento de mulheres negras como
principais responsáveis por reivindicar e propor considerações às especificidades e
os atravessamentos no movimento antirracista e pelo movimento feminista. A partir
disso, analisaremos a interseccionalidade como uma abordagem com significante
impacto no campo de debates da psicologia. Através de nossa revisão bibliográfica
objetivamos, na perspectiva de uma visão decolonial, contribuir com o debate a
respeito dos padrões de poder hegemônicos. Para isso utilizou-se capítulos de obras
de Lélia Gonzalez (1985), Carla Akotirene (2019), Angela Davis (2016) e Sueli
Carneiro (2011), artigos da plataforma Scielo e revistas relacionadas ao tema. Com
o levantamento realizado destacou-se a importância de superar a ideologia do
colonizador e promover a emancipação do corpo marcado, desde a história, como
subalterno e com isso, a urgência em reivindicar sobre essa constância no forte e
violento apagamento epistêmico da produção intelectual, sobretudo, de mulheres
não-brancas
Top
bottom of page
