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Legalização da cannabis: aspectos jurídicos positivos e
negativos.
A maconha (Cannabis Sativa) é uma planta que foi descoberta há séculos no mundo, porém foi trazida para o Brasil na época do tráfico negreiro, por volta do século XVI. Outrora, chamada de “fumo-de-angola” carrega esse nome, pois foi amplamente consumida por indígenas e negros escravizados, o que fez com que o seu uso sofresse um preconceito inicial, como tudo advindo desses povos, que desde a religião até musica e cultura. A planta tem comprovadamente vários usos medicinais, pois contém substâncias como o “Cannabidiol” que favorece e combate
doenças mentais, tais quais epilepsia, alzheimer e alguns aspectos autistas severos. A maconha começou a ser combatida no Brasil no inicio do século XX, especificamente em 1924, após a II conferência Internacional do Ópio, que ocorreu na Suíça, onde autoridades brasileiras, a exemplo do Dr. Pernambuco afirmaram que a cannabis era mais nociva que o próprio ópio, droga que foi responsável por uma guerra em países asiáticos, como China e Coreia, desde então o porte, a venda e o plantio da droga permanece na ilegalidade, passível de reclusão de até 15 anos. No presente, um projeto de lei foi aprovado no Congresso Nacional onde a pena por posso ou consumo foi mudada por medidas administrativas.
Palavras-chave: Maconha, Negros, Preconceito, Legalidade.
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