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MATERNIDADE APRISIONADA: DO PARAISO NÃO VIVIDO AO INFERNO
OFERECIDO
Analisar o que se tem produzido nas bases de dados nacionais sobre os desafios
encontrados e estratégias aplicadas pelos enfermeiros para a realização do pré-natal de mulheres
em cárcere. Método: revisão integrativa da literatura, a partir de artigos científicos publicados
entre 2009 e 2019, nas bases de dados MEDLINE, LILACS e BDENF. Resultados: Foram
encontrados 09 estudos, dos quais 05 foram incluídos para a análise. As categorias identificadas
intitulam-se: O acesso da mulher aprisionada à informação sobre saúde, e os desafios e
Estratégias para a realização do pré-natal. Conclusão :embora o pré-natal seja garantido por lei
como um direito da gestante, no sistema prisional ele fica aquém do desejado, pela precariedade
da estrutura física, acesso dificultado ao serviço, e baixa qualificação profissional. Há urgência
na reavaliação dos métodos assistenciais de saúde oferecidos, para melhorar os recursos
materiais e humanos, bem como as orientações durante a gestação, parto e puerpério.
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