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O ENFERMEIRO FRENTE AO PACIENTE OSTOMIZADO PÓS PERFURAÇÃO
POR ARMA DE FOGO
Com o aumento da violência, os hospitais cada vez mais recebem pacientes com
diversos traumas. Nos procedimentos de emergência o abdomen é a terceira parte do corpo que
mais recebe lesões, principalmente as provocadas por perfuração por arma de fogoe
dependendo do trauma provocado pode haver necessidade de uma ostomia. O objetivoé discutir
a atuação do enfermeiro frente às mudanças ocorridas na vida da pessoa que usa bolsa de
colostomia. Método: Trata-se de um estudo de revisão integrativa, de natureza descritiva e com
caráter qualitativo pautada na seguinte questão de pesquisa: O enfermeiro frente ao paciente
ostomizado pós-perfuração por arma de fogo. Os dados foram coletados no primeiro semestre
de 2016 nas bases de dados da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), sendo utilizados artigos
publicados no período de 2007 a 2016, com descritores “colostomia”, “enfermagem” e
“adaptação”, nos idiomas inglês, português e espanhol. Foi encontrado total de 103 artigos,
após leitura do resumo dos artigos conclui-se que 05 artigos encontraram-se dentro da proposta
de pesquisa. Resultados: Emergiram-se duas categorias, sendo As adaptações necessárias
segundo Callista Roy e Alterações na vida dos clientes ao conviver com uma bolsa de
colostomia. Conclusão: A perfuração intestinal por arma de fogo é um trauma comum podendo
levar o paciente a fazer uso da bolsa coletora. Foram destacadas as mudanças psicológicas,
físicas, sociais, sexuais e as adaptações que o paciente deve fazer em função dessa alteração
corporal, sendo necessário o apoio da família e os cuidados de enfermagem para evitar maiores
complicações para o cliente.
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