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O impacto do transtorno mental em família após a desinstitucionalização: uma revisão bibliográfica.
Os transtornos mentais sempre existiram, porém eram ignorados pela sociedade, sendo retirados do seio familiar e mantidos em instituições por longos períodos. Objetivo: analisar o impacto da desinstitucionalização do portador de transtorno mental sobre a família que perdeu o vínculo com o mesmo. Metodologia: foi através de revisão bibliográfica, onde se pesquisou nas bases de dados na internet, Scielo, Pubmed, Lilacs, Google Acadêmico, BVS, MedLine, os DeCS: Desinstitucionalização. Transtorno mental. Família. Foram encontrados 26 artigos dos quais após análise foram escolhidos 13. Desenvolvimento: houve uma época onde as pessoas com transtorno mental viviam livres, mas com o passar dos anos a sociedade sentiu-se incomodada com os tais, devido ao seu humor instável, aos episódios de surto que, ao ponto de vista da sociedade era melhor que estes fossem tirados do convívio social, como as famílias não conseguiam trancafia-los em seus lares, surgiu a ideia de criar os asilos e manicômios onde os doentes mentais ficariam, porém só mais tarde se pensou em tratar sua patologia. Com a criação das leis e dos direitos das pessoas com transtorno mental a desinstitucionalização começou a acontecer. Mas quem ficou com a incumbência de cuidar destes foram os familiares, na sua maioria as mulheres que tem inúmeras funções a desempenhar no seu dia a dia. Conclusão: as famílias dos portadores de transtorno mental não estão preparadas para exercer o ato de cuidar desse novo integrante da família e a mesma corre o risco de adoecer exercendo esse papel.
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