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O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO MILITAR FACE AOS NOVOS INIMIGOS NACIONAIS, TRANSNACIONAIS E PRIVADOS
RESUMO –
A análise do conteúdo permitiu a obtenção de significados do conhecimento levantado, como também, o resgate de informações anteriores que facilitarão a compreensão dos conceitos e acontecimentos. O que em passado recente limitava o uso das Forças Armadas no campo aéreo, terrestre e marítimo, em que a chance de sucesso das operações era, em tese, diretamente proporcional à quantidade de explosivos utilizada e/ou precisão de ataques bélicos, hoje mostra que o uso da informação em campos de batalha virtuais e cibernéticos pode representar o sucesso de batalhas de guerras, muitas vezes, não declaradas, mas que causam tanto ou mais prejuízos à segurança nacional, principalmente em países que negligenciam tais modalidades de enfrentamento de ameaças. No Brasil, o planejamento estratégico das Forças Armadas visa defender o país, impede o uso do território brasileiro para a prática de atos hostis ou contrários aos interesses nacionais. O treinamento adequado para aqueles que conduzirão as operações torna-se primordial, para tanto, faz-se necessário atualizar a doutrina aos novos equipamentos, vetores e tecnologias incorporados, bem como integrar as operações cibernéticas, não tripuladas e espaciais à doutrina vigente, de modo a complementar as ações sob a responsabilidade das Forças Armadas. A pesquisa para a realização deste trabalho deixou claro que o Planejamento Estratégico Militar é uma tarefa extremamente complexa, que exige comprometimento e montantes significativos do orçamento nacional, visto que nele se encontra o desenho das capacidades de defesa do futuro, com suas possibilidades de atuação, eixos estratégicos e desafios a serem vencidos.
Palavras-chave: 1. Forças Armadas. 2. Segurança Nacional. 3. Defesa.
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