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O TRATAMENTO CLÍNICO E MEDICAMENTOS O DE GRIPES E
RESFRIADOS NO BRASIL
Esse é um trabalho de revisão bibliográfica sobre o Tratamento de Gripes e
Resfriados nas diversas regiões do Brasil onde enfocamos também a epidemiologia,
sinais e sintomas, prevalência. Se não houver complicação, o resfriado será sempre
uma infecção leve das vias aéreas superiores - nariz e garganta. Não existe remédio
para curá-lo ou vacinas para preveni-lo; já a Gripe é uma doença infecciosa aguda,
que pode afetar seres humanos e alguns animais. Em geral, é causada pelo vírus
ARN ou mais popularmente conhecido como Influenza. São poucas as opções
disponíveis para o controle da influenza, dentre essas, a vacinação constitui a forma
mais eficaz para seu controle e de suas complicações. Em função das mutações que
ocorrem naturalmente no vírus influenza, recomenda-se que a vacinação seja
realizada anualmente. Essas mutações ocorrem devido a variações antigênicas no
Influenza. As menores ou antigenic drift ou as variações maiores, chamadas de
antigenic shift. As menores, ocorrem a cada dois ou três anos para os subtipos do
vírus A e a cada 5 ou 6 anos para os vírus do tipo B. Essas alterações se devem ao
reagrupamento entre vírus humanos e vírus que infectam outras espécies animais, e
estão relacionadas com a segmentação do material genético que facilita sua
recombinação com o material genético de outros vírus influenza sempre que ocorrem
infecções mistas. E, então, a maioria da população não tem imunidade para os novos
vírus e a doença dissemina-se rapidamente, afetando indivíduos de todas as faixas
etárias. Neste caso surgem as epidemias e até as pandemias matando milhares de
pessoas como a Gripe Espanhola. Em relação a Epidemiologia no Brasil, estudos
apontam que variáveis regionais como temperatura e umidade devem ser levadas em
conta para o calendário da vacina contra o vírus da gripe suína, pois verifica-se que,
enquanto no Sul e Sudeste a mortalidade foi mais alta nos meses de inverno de 2009
e 2010, nas Regiões Norte e Nordeste o pico da doença aconteceu nos meses de
janeiro e fevereiro. Porém, há problemas técnicos a observar: A OMS identifica e
divulga as novas cepas do vírus em setembro, é produzida em outubro e chega no
Brasil em Abril. Os antivirais destacados no trabalho são drogas planejadas contra o
vírus influenza, bem reconhecidas pela enzima viral, agindo tanto no vírus Influenza A 8
quanto no Influenza B. Gestantes, idosos, crianças e imunossuprimidos têm doses
diferenciadas de antivirais.
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