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PACIENTES ONCOLÓGICOS: A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO
HOSPITALAR DIANTE DA TERMINALIDADE
O câncer suscita diversas reações no sujeito, o que provoca sentimentos, desequilíbrios e
conflitos internos. O câncer terminal afeta muito o paciente acometido e se torna devastador
em um curto período de tempo. Uma pessoa que sempre possuiu a vida saudável, de forma
repentina e inesperada, fica prestes a morrer. A percepção da morte é uma experiência acima
de tudo individual, então, deve ser levada em consideração a percepção de cada paciente
oncológico em si. Observou-se, diante da realização deste trabalho de conclusão de curso, que
a morte é um estágio que, apesar de fazer parte da vida, é muito difícil de ser aceita e
administrada de maneira fácil ou não dolorosa. O que se torna notável, tanto do paciente
oncológico quanto a quem o acompanha. Assim, o papel do psicólogo diante ao contexto
oncológico, é prestar apoio psicossocial e psicoterapêutico diante ao impacto do diagnóstico e
das consequências da doença, mostrando possibilidade de auxílio para um melhor
enfrentamento e qualidade de vida do doente e seus familiares. Então, o presente trabalho teve
por objetivo compreender a forma como o paciente terminal encara a possibilidade de morte,
e a importância do psicólogo diante da terminalidade do mesmo. Para tanto, o estudo consistiu
em metodologia exploratório-descritiva, de teor bibliográfico, através da leitura e revisões em
livros, artigos e documentos publicados eletronicamente.
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