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PROJETO - DROGARIA MONTEIRO
O nome Farmácia vem do termo “Pharmakon” que significa remédio ou veneno. Desde o
início da história o homem, para curar suas enfermidades seja doenças ou ferimentos, tirava
partido de práticas mágico-religiosas consistindo em acalmar os Deuses zangados ou expulsar
espíritos ruins acabou por adquirir a sabedoria de misturar substâncias para alcançar a cura. Nas
primeiras sociedades existiam sábios na arte de manipular ervas como curandeiros, pajés, até
mesmo sacerdotes. (SILVA, ISSACKSON, VASCONCELOS, 2011).
As civilizações que ganharam primeiro destaque na história da Farmácia foram o Egito e a
Mesopotâmia por conta da escrita; são estas que possuem as mais antigas fontes escritas
médico-farmacêuticas sendo o mais importante o Papiro de Erbers por ter referências de mais
de 7000 substâncias medicinais com inclusão de 800 fórmulas. (SILVA, ISSACKSON,
VASCONCELOS, 2011).
Somente na Grécia e Roma houve a explicação científica para a cura das doenças através
dos remédios. Hipócrates de Cós, considerado o pai da medicina e Galeno o pai da farmácia,
escreveram e fundamentaram cerca de 450 referências a fármacos e método de tratamento em
que se empregam remédios que, no organismo, provocam efeitos contrários aos da doença em
causa (SILVA, ISSACKSON, VASCONCELOS, 2011).
A farmácia até o século X era considerada uma profissão conjunta com a medicina. Com a
evolução dos conhecimentos da área de saúde, houve a necessidade de separar e definir o
profissional que diagnosticava a doença daquele que desenvolvia os medicamentos. Em 1240
d.C. o imperador Frederick II que decretou a separação das profissões com o argumento:
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