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PROTEGENDO PARA NASCER: O ENFERMEIRO NA PREVENÇÃO DA
TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV
A gestação é uma condição para a sobrevivência da vida humana. Para a mulher,
em geral, é o período em que ocorre uma experiência única e complexa, transposta por vivências
ambivalentes, como alegria, tristeza, segurança, medo, amor, raiva dentre tantos outros
sentimentos. Objetivo: analisar os desafios do enfermeiro na prevenção da transmissão vertical
do HIV e descrever as principais condutas do enfermeiro nesse tipo de clientela Metodologia:
Trata-se de uma revisão integrativa da literatura que se compromete com o seguimento de
critérios bem definidos sobre a coleta de dados, análise e apresentação dos resultados. Análise
e discussão dos dados: A maioria dos estudos dão prioridade às orientações fornecidas no prénatal para que a mãe desenvolva o autocuidado e seja capaz de proteger o bebê da infecção pelo
HIV através de cuidados corretos. A compreensão do trabalho realizado pela enfermagem pode
contribuir para uma atuação específica nos pontos identificados como sensíveis e prejudiciais
ao bom desenvolvimento do processo da terapia medicamentosa e diminuir as chances de
transmissão vertical. Conclusão: O enfermeiro tem um papel muito importante que é o de
orientar a mulher soropositiva desde o pré-natal sobre os cuidados que deve ter para que a
criança não se contamine, para que ela conheça outras formas de estabelecer o vínculo com o
bebê e para o seu próprio cuidado, além de abordar junto a puérpera a questão da proibição da
amamentação, deve ser desencorajar a mulher a amamentar
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