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REFUGIADOS NA BAIXADA FLUMINENSE: UM OLHAR
DA PSICOLOGIA COMUNITÁRIA
Este trabalho consiste em um estudo da vivencia dos grupos de refugiados da República
Democrática do Congo e Angolanos residentes atualmente no Brasil, no Estado do Rio de
Janeiro, na Baixada Fluminense, município de Duque de Caxias no bairro de Gramacho. O
objetivo deste trabalho é através de pesquisas bibliográficas e de campo compreender a
história da população refugiada ou em situação de refúgio no Brasil e as principais
contribuições da Psicologia Comunitária perante a este público. Para tanto este busca
identificar o contexto histórico até a conceituação de refugiado através da Legislação
Brasileira que o ampara; descrever os Órgãos competentes que dão o primeiro acolhimento
aos refugiados; compreender como a Psicologia Comunitária pode contribuir para o
empoderamento desses refugiados chegados no Brasil; analisar, a partir da concepção da
Psicologia Comunitária, as realidades e perspectivas vividas por refugiados Congoleses e
Angolanos que estão situados no bairro referenciado acima. Esta consiste em uma pesquisa
qualitativa. Como instrumento de coleta de dados foi utilizado o grupo focal, para a partir do
contato com a realidade dos refugiados de Gramacho, busca entender alguns aspectos de suas
realidades e perspectivas, através de suas condições de moradia, rendimento, composição de
suas famílias e trajetória migratória. Nota-se que as histórias de conflitos e guerras produzem
uma avalanche de desastres e sucessivas tentativas de fuga da população diante das
dificuldades e perseguições, tendo como resultado a intensa migração entre os povos.
Conclui-se que o psicólogo comunitário tem que estar preparado para todas as adversidades
que podem ser encontradas no campo de atuação, criando sempre estratégias pra um
melhoramento da comunidade a ser trabalhada.
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