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RESILIÊNCIA NA GESTÃO ESCOLAR: ASPECTOS CONSIDERÁVEIS
Este artigo tem o objetivo discutir a questão da resiliência na educação escolar, através dos conhecimentos preconcebidos, apresentar e auxiliar, de forma clara e objetiva, os Gestores a olhar por um novo ângulo e ajudar a estabelecer um aprofundamento das suas experiências e dar suporte aos mesmos nessa difícil tarefa de conduzir os processos no interior do ambiente escolar promovendo um espaço que propicie assim um modo diferenciado e positivo de ver e gerenciar as mudanças e a evolução no seu convívio de trabalho, como fornecer subsídios significativos. Busca-se compreender o significado do termo resiliência e como esse conceito está adequado à figura do gestor que, ao mesmo tempo viabiliza práticas e atitudes construtivas frente aos problemas do cotidiano da escola. Gerir uma instituição escolar, sendo fruto de uma conquista, está vinculado a condições internas que dependem das ações de diversos elementos que a compõe: Diretor, professores, funcionários, alunos e comunidade. Analisado através de características, como: autonomia, presença de liderança, ênfase no ensino-aprendizagem, afetividade, humanidade e resiliência. Podemos comprovar que toda forma de gestão espelha-se no resultado obtido que pode ser medido pelo sucesso ou fracasso da instituição. Segundo Carl Rogers – “O único homem educado é aquele que aprendeu como aprender, como adaptar-se à mudança; é o homem que compreendeu que nenhum acontecimento é seguro, e que somente o processo de buscar o conhecimento fornece a base para a segurança”.
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