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Segregação na universidade: Reflexo da desigualdade social e regional brasileira
O objetivo deste artigo é analisar os consideráveis investimentos no ensino superior pela União, bem como as relações de desigualdades sociais presentes nestas instituições. Tendo em vista que, a União é o órgão responsável pelo custeio e manutenção da maioria das universidades públicas do Brasil, a qual totaliza uma considerável parte do orçamento do Ministério da Educação – MEC. Neste sentido, vale ressaltar que nas universidades públicas há uma prevalência de estudantes das classes média e alta, que se formam sem arcar com nenhum pagamento. Uma vez que, percebemos que Brasil é um país com dimensão continental e marcado por traços de grandes discrepâncias e desigualdades tanto no aspecto regional como no aspecto social. Assim, faz-se necessário a cobrança de mensalidades a quem tem alto rendimento financeiro familiar, tendo como proposição, nessa pesquisa ao investimento direcionado à Educação Básica, pois esta, carece de muitas fontes de recursos para uma melhor qualidade de ensino para nossas crianças e adolescentes. Nesta perspectiva, esta pesquisa apresenta uma nova alternativa para tornar mais homogênea a formação profissional e a captação de recursos, visando o investimento na Educação Básica. Para tanto, utilizaremos como referencial teórico e embasamento para estudos realizados os autores: Koshiba (2004); Lucci (2014); Salineiro (2015); Xavier (1980), entre outras fontes de igual relevância.
Palavras-chave: Ensino Superior; Desigualdades; Segregação.
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