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Seletividade do sistema penal: a face feminina da pobreza.
O presente artigo tem como objetivo analisar a feminização da pobreza no Brasil, e por vez, enfatizar a evolução da inserção dessas mulheres pobres no sistema penal. O Brasil concentra uma prevalência do poder patriarcal, além, de normas que acabam influenciando diretamente a forma que as mulheres devem ser tratadas. Isso, se mantém e influenciam as leis, políticas públicas e o acesso à educação, o emprego e as propriedades de bens imóveis na sociedade. Neste sentido, as mulheres sentem na pele a sobrecarga de cuidar do lar, das crianças e de prover o sustento de todos em sua volta e acabam dentro de características que as levam a práticas de crimes e elevam a sua inserção direta a marginalidade. Assim, a pergunta que norteou a investigação dessa pesquisa versa sobre: como o sistema penal tem conduzido o encarceramento feminino, e quais as suas limitações durante este processo? Utilizou-se do método dialético, a partir da análise dos principais aportes teóricos levantamento legislativo e doutrinário, bem como, o lançaremos de dados estatísticos já disponíveis sobre essa realidade, até o presente momento, e assim buscar respostas para as questões elucidas: desigualdade de gênero, feminização da pobreza, histórico do sistema penitenciário feminino, o perfil do encarceramento no Brasil bem como as mulheres no Submundo.
Palavras-chave: Feminização; Pobreza; Evolução; Mulheres no Submundo.
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